Augusto Rinaldi

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Augusto Rinaldi

Augusto Rinaldi

@AugustoRinaldi3

Professor de Relações Internacionaise @puc_sp. PhD Poli Sci @uspfflch

São Paulo, Brasil Katılım Mayıs 2019
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Augusto Rinaldi
Augusto Rinaldi@AugustoRinaldi3·
@dbelemlopes @brunopwr Parabéns pela publicação, Dawisson! Mais um tijolo à sua crescente contribuição para a área de RI no Brasil! Vou lê-lo assim que possível. Quando for encaminhar aos demais, por favor, pode me incluir? Meu e-mail é augustolrinaldi@gmail.com Obrigado e abraços!
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
Eu tinha ingressado na UFMG havia pouco tempo. À época, o Prof. André Marenco (UFRGS) coordenava a área de Ciência Política na CAPES. Após fazer uma apresentação do campo, lá no nosso programa de pós-graduação, Marenco disse algo sobre a academia internacional que jamais me saiu da cabeça: “na divisão do trabalho, o Brasil é, tipicamente, um provedor de estudos de caso; precisamos começar a disputar o mainstream teórico”. Acho que ele tinha – e ainda tem – muita razão no diagnóstico. E entendo que este artigo, do qual orgulhosa e modestamente somos os autores, exemplifica uma manifestação desse fenômeno. É realmente difícil furar o bloqueio epistêmico e produzir teoria política com validação internacional. As razões são múltiplas: do manejo do inglês e do domínio da gramática de pesquisa “world-class” à capacidade de encontrar assuntos que sejam, ao mesmo tempo, valorizados pelo cânone e, ainda assim, façam sentido para alguém da periferia. Há, ademais, vetos invisíveis dos conselhos editoriais (ainda excessivamente norte-americanos e europeus), reservas informais de mercado para as produções dos grandes centros e preconceito a rodo em relação a universidades do Sul Global. Em poucas palavras: disputar o centro teórico da disciplina é, de fato, uma missão difícil –especialmente se você se recusa a caber nas caixinhas reservadas aos “area studies” ou aos “exotismos consentidos”. O artigo “The Politics of Emerging Middle Powers” busca ser um tijolinho na construção do edifício teórico necessário, hoje em dia, para explicar as características da ordem internacional em mutação. Começou a ser redigido no início da década passada, quando eu, Guilherme Casarões e Carlos Gama enviamos uma proposta de trabalho para o encontro da ISA em San Diego (2012); foi retomado e elaborado com maior detalhamento conceitual, em 2018, quando estive no Raisina Dialogue, em Nova Délhi; e ganhou consistência e operacionalidade a partir das pesquisas que desenvolvi, nos últimos anos, na companhia de João Paulo Nicolini Gabriel. Ou seja: agenda de pesquisa de longo prazo, com idas e vindas, correções de curso, colaborações variadas, aprendizado durante o processo de revisões. O presente texto é o embrião de um livro, já em avançado processo de gestação, que logo mais teremos o prazer de anunciar. Leiam e, se puderem, compartilhem. Ficaremos honrados com qualquer retorno sobre a produção. * Os primeiros 50 interessados no artigo poderão beber a água fresca na fonte: deixarei, nos comentários, o link para a versão eprint.
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Augusto Rinaldi
Augusto Rinaldi@AugustoRinaldi3·
@thaleslcarvalho Legal a iniciativa, Thales. Parabéns a você e aos colegas! Quando tiver uma página nas redes sociais, compartilhe conosco!
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Thales Carvalho
Thales Carvalho@thaleslcarvalho·
Desde o meu doutorado, uma pergunta me acompanha: Por que a Ciência de Dados ocupa tão pouco espaço no campo das Relações Internacionais no Brasil? É como resposta a isso que nasce o DataMundi - Laboratório de Ciência de Dados em Relações Internacionais - no DRI/UERJ.
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Andrea Ghiselli
Andrea Ghiselli@AGhiselliChina·
I am delighted to share that Cambridge University Press has accepted the manuscript that Todd H. Hall and I prepared for publication in the Global China series of the Cambridge Elements. The work will be published in open access and will therefore be freely available to all.
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Rodrigo Amaral
Rodrigo Amaral@Rodrigoadamaral·
Excited to share my latest article, Beyond Interventionism: A Theory of International Intrusion as a Mechanism of Hegemonic Action, now published in Lua Nova and freely accessible via SciELO Brazil. doi.org/10.1590/0102-0…
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Augusto Rinaldi
Augusto Rinaldi@AugustoRinaldi3·
@regnasser Mais materialismo histórico e menos construção representacional construtivista.
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Reginaldo Nasser
Reginaldo Nasser@regnasser·
Sempre que acontece algum conflito no Oriente Médio, ressurge a palavra "Ocidente". Parece que basta pronunciá-la sem nenhuma explicação adicional para supor que isso é suficiente para o entendimento do interlocutor. O que se quer dizer com isso e, o mais embaraçoso, quem fala pelo "Ocidente"? Interessante que duas visões antagônicas se aproximam nesse aspecto, não pelos mesmos motivos. Há aqueles que avaliam que os EUA, em primeiro lugar, e depois os europeus, falam pelo Ocidente e que assim deve ser, pois representam o que há de mais civilizado e democrático no mundo. Já os que estão no extremo oposto também entendem que são os EUA e europeus que falam pelo Ocidente, mas que são a expressão do que há de pior no mundo. Nesse campo, estão aqueles que supostamente criticam as ideias de Samuel Huntington sobre Choque de Civilizações, mas, na verdade, acabam corroborando sua tese. De forma paradoxal, gostam de citar E. Said a respeito do Orientalismo. Outro dia vi alguém querendo defender o islamismo — e deve fazê-lo mesmo —, mas, para isso, sentenciou que o Islã é paz! Isla não significa guerra, nem paz. É o ser humano (classes, elites, governo, corporações, trabalhadores etc) que interpreta a religião e age a seu modo e deve ser responsabilizado por isso, tanto no Ocidente como no Oriente. Há uma leitura equivocada de Said que leva a fazer digressões sobre o Oriente, que dá a impressão de que estamos ingressando no paraíso. Não há exploração no Oriente? Não tem classes, exploração, opressão? Lembro que, em 2016, estava na abertura da Mostra de Cinema Árabe e houve uma vaia estrondosa quando foi anunciada a presença de autoridade do golpista governo Temer. Na sequência, anunciaram também a presença de um membro do governo egípcio, que, assim como o governo Temer, também foi fruto de um golpe. Eu estava preparado para vaia-lo também, mas vieram aplausos efusivos.
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Augusto Rinaldi
Augusto Rinaldi@AugustoRinaldi3·
@dbelemlopes Interessante o argumento. Uma espécie de “estabilidade hegemônica” aplicada à sobrevivência e manutenção do regime político liberal. Será que estamos diante de um novo “choque de civilizações”?
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
Mesa redonda que aconteceu no mês passado, em Londres. Pode-se encontrar meu argumento a partir do minuto 8 da gravação: a multipolarização das relações internacionais tem efeitos causais, e não apenas associativos, sobre o declínio da democracia liberal. youtu.be/GmxDv58D55Y?fe…
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Augusto Rinaldi
Augusto Rinaldi@AugustoRinaldi3·
@dbelemlopes Parabéns pela publicação! Ótima contribuição para um tema central nas questões de defesa e segurança nacional. A pergunta que vocês enfrentam sempre é feita pelos alunos e agora temos boa base empírica para respondê-la.
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Dawisson Belém Lopes
Dawisson Belém Lopes@dbelemlopes·
Em 1983, o jornalista Roberto Godoy, duplamente laureado com o Prêmio Esso, mostrou em matéria no Estadão que o Brasil tinha plenas condições de desenvolver o seu programa nuclear até o estágio derradeiro – o da bomba. Por que, afinal, isso não aconteceu? De quem é a culpa? 🧵👇
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Augusto Rinaldi
Augusto Rinaldi@AugustoRinaldi3·
@jorgeheinel @politybooks @Global_Policy @AmitavAcharya @globalsarang @MatiasSpektor @actis_esteban @tparsi @haricito @alvaroimendez @eevriviades @shaun_riordan @ChinaGSProject @gb_decarvalho @Siderop Dear Jorge, I’d like to share a paper in which I apply the active non-alignment concept to make sense of current Brazilian foreign policy. I’d love to hear your comments and perceptions before submiting it to an IR journal. If you are interested, please inform me your e-mail.
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Augusto Rinaldi
Augusto Rinaldi@AugustoRinaldi3·
@jujizel What is your e-mail so I can send you a copy of the paper? I'd like to read your review!
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Julieta Zelicovich
Julieta Zelicovich@jujizel·
@AugustoRinaldi3 Thank you! I'd love to read your paper. Perhaps we can discuss our findings and the geoeconomic dynamics in Latin America in a few weeks. I followed you back
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Julieta Zelicovich
Julieta Zelicovich@jujizel·
Para jugar en el tablero internacional hay que entender las reglas. El mundo cambió y en este documento analizamos cuáles son los motores e instrumentos que mueven la economía internacional. También te contamos cómo hacen países del Sur Global para disputar esa reconfiguración
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Javier Vadell
Javier Vadell@Vadell_Javier·
🛑Primeiro workshop de um livro 📕 que será editado por mim e Li Xing BRICS plus‼️ Contrato assinado com Palgrave A trabalhar‼️ Grande 2025!
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Augusto Rinaldi
Augusto Rinaldi@AugustoRinaldi3·
@jorgeheinel @politybooks @BUPardeeSchool @AmitavAcharya @globalsarang @DianaTussie @BUPardeeCenter @Global_Policy @actis_esteban @MatiasSpektor @JorgeGCastaneda @JulianVenturaV @tparsi @CSanbornUP @OxfordDiplomat @CBjola @ChinaGSProject Congrats for the publication! Looking forward to reading it when it is available. I’m finishing a paper in which I discuss Lula’s current foreign policy strategy as an “active non-alignment.” I plan to submitt it to @thirdworldq . Hope to be published in 2025.
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Augusto Rinaldi
Augusto Rinaldi@AugustoRinaldi3·
@Vadell_Javier E ainda tinha analista no Ocidente levantando a hipótese de que a China estava construindo o porto de Chancay para, no fim, servir de base militar chinesa na América do Sul
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Dalson Figueiredo
Dalson Figueiredo@DalsonFigueired·
Alguém sabe explicar o que é que o Judiciário tem de tão especial?
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Augusto Rinaldi
Augusto Rinaldi@AugustoRinaldi3·
@dgpautasso @IsisMaia Ótimo tema de pesquisa. Quando o livro estiver publicado, compartilha por aqui o link para acessá-lo. Parabéns pelas publicações!
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Diego Pautasso 🧉
Diego Pautasso 🧉@dgpautasso·
Eu e a @IsisMaia estamos fazendo um capítulo de livro sobre o suporto neoimperialismo chinês. Na busca pela literatura da plataforma CAPES-Cafe, nos deparamos com esse disparate. Venha entender um pouco mais sobre isso. 🧵🇨🇳
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