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@MandAgneya

Anon-ish nerd

Katılım Haziran 2022
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Mand@MandAgneya·
@notolavo @luizcbasilio @rian_vlbt 1. A ciência, mesmo a moderna, NÃO É naturalista ontológica, é naturalista METODOLÓGICA. 2. As opiniões do Dawkins não são idênticas à ciência. 3. Eu teria pena dos ataques pessoais que você sofreu se você não estivesse atacando a base de toda a ciência biológica.
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yolo
yolo@notolavo·
a moderna é. e o ponto nem é exatamente esse. mas esse misticismo é visto como bullshit por ela. como não é budista? parece que ele estuda o budismo como um outsider? como simples fenômeno cultural? de forma neutra, imparcial? como se espera de um considerado sério? qual psicologia? essa dos estudos de gênero? que nega a ciência com tanta ênfase a ponto de preferir o termo ética e não ciência? confere no perfil do richard dawnkins, que é um cientista renomado, para ver o que ele acha disso? o que mais me irrita em vocês é esse ataque pessoal, intolerante, cheio de arrogância, com pessoas que tem outras ideias, pontos de vistas ou críticas. isso eu não aceito, sobretudo de quem tem esse envolvimento tão íntimo com misticismo.
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Luiz Carlos
Luiz Carlos@luizcbasilio·
Em geral, evito responder pessoas que me respondem com tom agressivo, cheio de asserçõezinhas que claramente buscam diminuir o interlocutor e, por conseguinte, demonstram um fechamento para um debate. Porém, ignorando isso, como eu já fui um ateu jusnaturalista, conheço praticamente todos esses pontos levantados, assim como grande parte dos argumentos que tentam outorgar à razão uma suficiência de construir (ou conhecer de forma independente) uma moralidade objetiva, sem necessitar de um ipsum esse subsistens. Basta destruir os pressupostos para que o edifício inteiro caia, e é o que farei. Esse output de ChatGPT, aliás, é bastante vergonhoso em seus erros, e — partindo aqui de uma boa-fé para com essa autora mencionada — suponho que os argumentos sejam melhor desenvolvidos pela filósofa em seus trabalhos. Deve-se reconhecer, todavia, que o primeiro ponto levantado, sem dúvidas, está correto; porém suas conclusões que se seguem demonstram a imperícia filosófica do objetor. É preciso ressaltar que há uma tendência moderna, que atinge seu ápice no kantismo e em seus herdeiros, como Korsgaard, de atribuir à razão uma soberania que ela própria não pode reivindicar sem contradição. Mais precisamente, é a ratio — a razão discursiva, que infere, que deduz, que compara — que os escolásticos distinguiam cuidadosamente do intellectus, a faculdade intuitiva capaz de apreender diretamente o real. É justamente essa distinção que o pensamento moderno abandonou, e é por isso que projetos como o de Korsgaard fracassam na sua tentativa. Escrevi uma breve análise de por que a razão — ainda que irrecusável em seu próprio domínio — não pode versar, sozinha, sobre a normatividade moral, muito menos fundar, por si mesma, a autoridade que ela pressupõe: 1. O primeiro ponto — isto é, dizer que questionar a razão é já pressupor que a razão é, em si, suficiente — é parcialmente correto, mas não significa o que o objetor crê significar. De “é possível resolver um problema racional” para “a razão é, portanto, suficiente para resolver todos os problemas”, como fica implícito, há um salto. Sim, utilizar a razão para provar um ponto parte de um pressuposto anterior à própria razão, um certo “impulso” que leva o homem à verdade. A razão tem uma validade a priori que se impõe; porém, a validade dos nossos esquemas mentais não se sustenta apenas por uma necessidade transcendental prática, mas porque a verdade lógica tem um fundamento ontológico. O encerramento do fundamento na própria razão é uma inversão abstratista, como dizia Mário Ferreira dos Santos, porque é o fundamento ontológico que dá solidez e validade ao lógico, e não o inverso. Como MFS explica, a validade das nossas ideias e juízos lógicos só se sustenta na proporção em que “o ontológico lhes dá conteúdo”. Por aqui, já fica clara a impossibilidade da razão de versar, completamente, sobre qualquer coisa, quem dirá determinar como necessário valores morais x ou y. O argumento transcendental de Korsgaard pressupõe implicitamente que a ratio é autossuficiente — que o percurso discursivo da razão basta para legitimar a si mesmo. Todavia, isso é precisamente o que está em disputa. A irrecusabilidade da razão não implica sua autofundação: posso ser incapaz de questionar a lógica sem que isso signifique que a lógica se funda a si mesma. O fundamento permanece ontológico, anterior ao movimento discursivo que dele se serve. 2. A razão não existe de forma “pura” destituída do real, como denuncia Hamann, mas funda-se na cultura, na linguagem e nas próprias intenções da pessoa. Portanto, ela não só é insuficiente para conhecer tudo o que há, como também seria incapaz de abarcar, por completo, algo que a antecede ontologicamente — a saber, a moralidade que ela pretende reconhecer como universal sem a necessidade de uma divindade. O homem e as suas faculdades não operam no vácuo, mas são condicionados por fatores predisponentes, como dizia MFS. A função da razão é abstrair, comparar e decompor a partir de uma “esquemática histórico-social”, ou seja, ela é alimentada pela experiência e pela herança cultural do ser humano. O homem, que é ser contingente e finito, evidentemente não pode usar uma faculdade intermediária e condicionada como a razão para abarcar exaustivamente o Ser absoluto que a antecede ontologicamente, e nem mesmo encerra em si qualquer coisa do real. Mais uma vez, ela é a ferramenta descobridora, mas não a coisa que funda ou fundamenta; isto seria o Ser absoluto. Creio ter ficado claro, mas vale ressaltar e deixar ainda mais evidente que o condicionamento da ratio não implica o relativismo moral. A razão, mais uma vez, é o instrumento; o objeto que ela visa — as verdades morais inscritas na ordem do ser — não se torna relativo pelo fato de o instrumento ser finito e situado. O que nego a Korsgaard não é a existência de verdades morais, mas a pretensão de que a ratio sozinha pode fundá-las e conhecê-las exaustivamente. Repito este ponto para evitar incompreensões. 3. Mesmo que a razão fosse normativa — como Korsgaard defende —, ela ainda não seria suficiente; acabaria por reduzir a ética a um conhecimento puramente analítico, algo que o próprio Kant, apesar de seus inúmeros erros, percebeu que inevitavelmente recairia num conhecimento absoluto da realidade a partir da razão, o que seria um equívoco. Korsgaard, uma neo-kantiana, parece tentar escapar da perspectiva kantiana de que os juízos morais são sintéticos a priori pela via da reflexividade da agência: é o agente que, ao refletir sobre si mesmo, constitui a normatividade. Mas esse movimento não resolve o problema, apenas o desloca. Pois qualquer juízo, mesmo não analítico, pressupõe uma estrutura do sujeito que não se autolegitima — e aqui retornamos ao ponto primeiro: a ratio que reflete sobre si mesma encontra, no fundo dessa reflexão, não um fundamento que ela criou, mas um fundamento que a antecede e que ela, no melhor dos casos, reconhece. 4. O conhecimento usa a razão, mas não começa nela. Mais uma vez retorno à distinção clássica entre ratio (razão discursiva, intermediária, que raciocina passo a passo) e intellectus (intelecto intuitivo, que capta diretamente o real). A razão é apenas um intermediário. O intellectus é o impulso que leva o homem às verdades, como comentei anteriormente. O intellectus, tal como o entendem Tomás de Aquino, Boécio, entre outros, não é uma espécie de intuição romântica ou de iluminação subjetiva. É, antes, a faculdade pela qual o intelecto humano apreende diretamente os primeiros princípios — aquelas verdades que não se demonstram porque são o próprio ponto de partida de toda demonstração (como afirma Aristóteles na Metafísica). A ratio opera a partir do que o intellectus já captou: ela discorre, infere, conclui — mas não inicia. Pretender que a razão discursiva se basta a si mesma é como pretender que um argumento pode funcionar sem premissas: o movimento é possível, mas apenas porque algo o precede e o sustenta. Korsgaard, ao fundar a normatividade na reflexividade da ratio, ignora precisamente essa anterioridade. 5. Para demonstrar boa vontade, poderíamos efetuar um exercício dialético: Korsgaard poderia defender que não está falando de uma metafísica flutuante, mas da estrutura irredutível da agência reflexiva humana. Isso, porém, é apenas mover o alvo de lugar. Não apenas a razão é finita e inferior à realidade que a antecede, como a própria reflexividade sobre a qual ela versa só é possível porque o sujeito já está imerso em um “conteúdo objetivo pré-racional”; e isto não é uma mera construção do agente reflexivo, mas uma herança que o antecede e que ele não pode simplesmente redefinir pela reflexão. Ela aponta para algo que transcende o próprio sujeito — para uma ordem inscrita no ser, da qual o sujeito participa sem tê-la instituído. Essa ordem é o que a tradição chamou de lei natural: não um código externo imposto arbitrariamente, mas a estrutura normativa que torna possível qualquer agência moral antes que a ratio sequer comece a refletir. Korsgaard, ao tentar fundar a normatividade na estrutura da agência, pressupõe exatamente o que deveria explicar — e pressupõe, além disso, que essa estrutura se basta a si mesma, quando ela mesma é apenas o reflexo, no ser contingente do homem, de uma ordem que o precede. Sendo assim, retornamos ao meu argumento anterior: a razão pode investigar, mas não criar, porque ela lida com algo concreto anterior. Ela não é, nem nunca será, suficiente para justificar a moral. Ela se fecharia, se o tentasse, em uma tautologia destituída de conteúdo real. É exatamente isso que os ateus jusnaturalistas fazem: argumentam que se pode conhecer uma moral objetiva sem precisar do ipsum esse subsistens (e todas as implicações que esse Ser traz, como o fato de que, no fim, o Bem é a perfeição deste Ser, obtida pelo ente contingente na medida da sua participação); porém, eles não podem nunca justificar que ela é absoluta e universal, ou seja, que ela tem validade fora de um esquema racional.
Mand@MandAgneya

@luizcbasilio @rian_vlbt Acho que você tem argumentos bons pelo jusnaturalismo ateu, né? Tipo de Michael Huemer, que o tradcath aí certamente jamais leu. Eu concordo que Deus é o sumo bem e chão último da ética, mas daí a dizer que o ateu não pode justificar a moral me parece um puta salto...

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Rodrigo Lemes
Rodrigo Lemes@Rodrigoessente·
Se é possível colocar o Engels na equação, poderia dizer que ele tem um engraçado. Engels afirma que Duns Escoto era nominalista, sendo que o pai da escola nominalista, Guilherme de Ockham, ataca o realismo de Escoto para fundamentar seu nominalismo (Suma de Lógica, part. 1, cap. 16). Escoto era realista e um realista extremo: ele acreditava que a natureza comum era distinta da unidade individual antes mesmo da ação do intelecto; esse é o universal em-ser (universale in essendo) escotista. Engels associar o nominalismo a materialismo já é complicado porque o carro chefe do nominalismo é a lógica. De fato, há uma crítica a metafísica, mas isso porque há uma eliminação dos universais, algo que um materialista pós-Hegel não aceitaria porque implicaria em eliminar coisas como o valor (que é o equivalente social ao universal em ser de escoto). Isso sem falar que nominalistas acreditavam em alma, na teoria de múltiplas formas substanciais, teoria da participação, e por aí vai. Fonte: Do Socialismo Utópico ao Socialismo Científico - Introdução de 1892
Rodrigo Lemes tweet media
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Time ☸️
Time ☸️@wasteyavvaralu·
@beatusclamor That's the whole point, but how does that make it atheism, when Atheists reject karma and cycle of birth& death.
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Barzakh (برزخ)
Barzakh (برزخ)@Substantial6187·
Buddha & Nagarjuna are more successful In making a dent in the religious sphere of India than Pyrrhonists ever did in Ancient Greece, that would not be possible if the middle way hasn't transcended reification/eternalism and nihilism.
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Barzakh (برزخ)
Barzakh (برزخ)@Substantial6187·
Buddhism is an atheistic religion in a purely philosophical sense, what's so controversial about it ? What should be discouraged and fought against is it being labelled not a religion.
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hatthako ☸️🏴󠁧󠁢󠁷󠁬󠁳󠁿
@cristian05231 @Substantial6187 I agree, denial of a creator god is atheistic, but I don’t think the term neatly fits what Buddhism is. Would a big-a Atheist be content to chant “sattha devamanussanam” when recollecting the Buddha? The devas are soteriologically irrelevant but their existence is not denied.
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Mand
Mand@MandAgneya·
@Substantial6187 @rian_vlbt That's already implicitly assuming that the Buddhist assessment of what qualifies as reification is correct. That's not a given.
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Barzakh (برزخ)
Barzakh (برزخ)@Substantial6187·
@rian_vlbt well, buddhism is the only tradition that does in fact escape reification and nihilism both, it came out pretty successful in what it wanted to do
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𝖗𝖎𝖆𝖓 🌞ॐ࿗
At no point in my text did I say that Buddhism is nihilistic. I have no idea why you are bringing this up out of nowhere without engaging the central point. But if you want my view on that: like Śaṅkara and other sanātanin philosophers (sanātanika), I believe that Buddhism despite attempting to be a middle path between eternalism (sassata-vāda) and nihilism/annihilationism (uccheda-vāda), ultimately fails to achieve that balance. That's my opinion in a philosophical has nothing to do with its non-theistic/atheistic aspects (nirīśvara*), nor with its positive religious qualities and practices especially those related to the cultivation of virtues like compassion for all sentient beings (karuṇā). These two things have nothing to do whatsoever, are distinct issues and not inherently connected. I hold the same view regarding Sāṃkhya, and that does not prevent me from recognizing its value. This is, in fact, acknowledged in the academic literature, as you can see, for example, in the article The purpose of non-theistic devotion in the classical Indian tradition of Sāṃkhya–Yoga by Marzenna Jakubczak.
Time ☸️@wasteyavvaralu

You did this b4 too by Accusing Buddhism of Nihilism @rian_vlbt Many Buddhist Monks &Laypeople pray for the happiness of all sentient beings everyday. How can that be Nihilism? This is what happens when wordcellers read books online without interacting with tradition on-ground

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Mand
Mand@MandAgneya·
@m966021 About the WORLD? Damn. Math is indeed possible without sensory experience, but I thought the idea of rationalists deducing things about the world was just a highschool caricature.
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Nick M
Nick M@m966021·
Pictured: Rationalist making deductions about the world without sensory experience
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𝖗𝖎𝖆𝖓 🌞ॐ࿗
Associam ateísmo a materialismo/naturalismo porque, no contexto ocidental moderno, essas posições passaram a caminhar juntas. Essa equivalência é historicamente contingente. No budismo clássico (e também no jainismo), sobretudo em suas formulações indo-tibetanas, deixando de lado sincretismos mais complexos, como certos desenvolvimentos com o daoísmo, o ateísmo deve ser entendido em sentido estritamente metafísico: rejeição de um princípio supremo criador, seja um Deus pessoal nos moldes abraâmicos (próximo do Īśvara do Vedānta depois) ou seja um Absoluto impessoal como fundamento ontológico último. Nesse sentido, o budismo é de fato ateísta/não-teísta. Isso não é materialismo/naturalismo. O budismo admite uma cosmologia com múltiplas formas de agências sobrenaturais (devas, brahmās etc) que exercem funções dentro da ordem causal do saṃsāra e estão atadas a ela (segundo o budismo, eu ou você já fomos um desses deuses). Não são ontologicamente privilegiadas: não são eternas, nem autossubsistentes, nem causa primeira: surgem, persistem e cessam em dependência de condições, sujeitas à mesma impermanência e sofrimento de todos os fenômenos condicionados. A tradição indo-tibetana é clara nisso: "Ele [Nāgārjuna] saúda o Buda Perfeito, o mais excelente dos Mestres, que ensinou ao povo vagando no escuro mundo fenomenal que acredita em Deus (Isvara), Tempo (Kāla), o Átomo (Anu), a Matéria (Prakṛti), a Natureza Essencial (Svabhava), etc., e ensinou também que a Originação Dependente é a mais profunda Realidade Absoluta, a bem-aventurança, a cessação do mundo fenomenal de diferenciação, o caminho direto para a cidade do Nirvana, [que ensinou que] não há aniquilação, nem originação, nem transitório, nem eterno, nem movimento em direção, nem movimento para longe, nem diferença, nem identidade." - Introdução do Comentário sobre os Versos Raiz do Caminho do Meio escrito por Buddhapālita "Tudo é impermanente e todas as coisas são instáveis. Reconheça que nunca houve um governante eterno (Ishvara), apenas a convergência e divergência de causas e condições." - Buda no Sutra do Pratyutpanna Samadhi "Os deuses são todos eternos canalhas, Incapazes de dissolver o sofrimento da impermanência. Os que o servem e os veneram Podem até neste mundo afundar-se em um mar de tristeza. Sabemos que os deuses são falsos e não têm existência concreta; Portanto, o sábio não acredita neles. O destino do mundo depende de causas e condições. Portanto, o sábio não deve confiar nos deuses." - Maha-prajnaparamita-sastra (atribuído a Nāgārjuna) "Uma causa primeira para todas as coisas / Nunca existiu." - Shantideva, nono capítulo do Bodhicharyavatara "Não existe um Deus que é autoridade permanente, porque a autoritatividade só conhece a entidades (funcionais); Porque, como os objetos do conhecimento são impermanentes, Aquilo (que os conhece) não é permanente; Porque aquilo que é gerado consecutivamente / Não pode ser aceito como gerado por uma (causa) permanente; (e porque) é inadequado que (uma causa permanente) dependa de condições" - Dharmakīrti, Pramāṇavārttika (versos 8-9a). "A ideia de que um Deus (Īśvara) é a causa etc. [do mundo] baseia-se na falsa crença em um eu eterno; mas essa crença deve ser abandonada se alguém compreendeu claramente que tudo é [impermanente e, portanto] sujeito ao sofrimento." - Vasubandhu, Abhidharmakoṣa, 5.8 (vol. IV, p. 19); Sphuṭārtha, p. 445, 26. "Uma certa escola sustenta que existe um Deus Maheśvara que é absoluto, onipresente e eterno; e que ele é o criador de todos os dharmas [isto é, fenômenos]. Essa teoria é ilógica" - Vijñaptimātratā Siddhi Śāstra. "A existência de um ser que é eterno, uno e o substrato de uma consciência eterna e onipervasiva nunca pode ser provada pela simples razão de que qualquer exemplo corroborativo que se possa citar careceria do elemento de similaridade que é essencial as características que são atribuídas a Deus. (Comentário ao Texto 72) - De Śāntarakṣita, Tattvasaṃgraha.
Anti-Abrahamic activist / Pangu@TudigongS9791

Stop saying Buddhism is not a religion!!!!

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Mand
Mand@MandAgneya·
@m966021 Nietzsche is not a hero, nor just a bad philosopher to be refuted. He has genuinely good points of critique. Life denial and world denial are real problems with many religions. And God should indeed be able to dance.
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Nick M
Nick M@m966021·
Nietzsche is a modern Thrasymachus. He is an immoralist to be refuted, not a hero to be celebrated.
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Nick M
Nick M@m966021·
It's called non-cognitivism because its adherents don't think.
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Mand@MandAgneya·
@Fk_Franklin E o status quaestionis é que nenhum teólogo sério aceita a teoria do comando divino. Você se embananou. O bem é bem conforme a NATUREZA DIVINA, não arbítrio divino
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Franklin
Franklin@Fk_Franklin·
Quando os pitagóricos começaram a usar a palavra kosmos eles estavam se referindo a estrutura de ordem que os números possuem e que você consegue observar na realidade por ela ser "númerica", kosmos=ordem, logo só um ser que é ordem, um ser cósmico pode definir o que é certo e errado de maneira objetiva e todos os apelos que se fazem sem o invocar diretamente utilizam da ordem que ele deu a realidade. Galera essas discussões não começam agora, elas tempelo menos uns 2800 anos dentro da filosofia, procurem conhecer o status quaestionis por favor.
Sapo Pepe remasterizado ☭⃠@Pepe_remake_

Os caras acham realmente q o crime mais hediondo existe só é objetivamente mal pq um ser cósmico falou q é É de fuder hien

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Mand
Mand@MandAgneya·
@kaliniyuga Me responde o básico: o que é uma ilusão, senão um estado de consciência?
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Kuṇḍalinī é a chamada “serpente enrolada” (kuṇḍalita-śakti) que, segundo o Haṭha-yoga e o Tantra, permanece adormecida no ponto da base da coluna vertebral. É em essência o poder total da energia vital, prāṇa-śakti, sendo a base fonética e vibratória (śabda-tattva) da emissão de todos os mantras (mantra-ucchāraṇa), estando intrinsecamente ligada ao som primordial (nāda, especialmente o anāhata-nāda, o som “não percutido”) e à potência criadora da linguagem sagrada (vāc-śakti). É, em última análise, a própria Śakti divina (Śakti/Devī), isto é, o poder (śakti) imanente do absoluto, adormecido no microcosmo humano (piṇḍāṇḍa), reflexo do macrocosmo (brahmāṇḍa). Diz-se que a kuṇḍalinī repousa na base da coluna, no ponto do centro energético do cakra raiz, mūlādhāra-cakra, ao redor do liṅga sutil (svayaṃbhū-liṅga). Quando despertada (kuṇḍalinī-prabodha ou kuṇḍalinī-jāgaraṇa), ela ascende através do canal sutil central, a suṣumṇā-nāḍī, atravessando os demais centros (cakras: svādhiṣṭhāna, maṇipūra, anāhata, viśuddha, ājñā), até atingir o topo da cabeça, no chamado chakra coronário, sahasrāra-padma. Esse processo culmina na união de Śakti com Śiva, sendo Śiva o princípio transcendente (puruṣa, cit) simbolicamente situado no ápice (no sahasrāra), representando a realização espiritual suprema (parama-mokṣa ou śiva-śakti-sāmarasya, a identidade não-dual entre consciência e energia). Disclaimer: estou aqui trabalhando com o esquema clássico de 6/7 cakras, mas existem vários outros modelos possíveis e não-contraditórios entre si pois os cakras em realidade não são "pontos fixos" da anatomia sutil. Isso é tema para outro fio, mas para entender melhor, ler aqui -> drive.google.com/file/d/1AoiWX4… A ascensão da kuṇḍalinī (kuṇḍalinī-utthāna) é descrita como um processo gradual (krama-mārga) de elevação da energia desde o nível mais denso (sthūla) ao mais sutil (sūkṣma e para), podendo conduzir a estados de êxtase (ānanda, especialmente cid-ānanda), à manifestação de poderes (siddhayaḥ ou aṣṭa-siddhi), a diversas experiências visionárias (dṛśya-anubhava), e finalmente à liberação (mokṣa). Em muitos sistemas, essa ascensão é igualmente interpretada como a dissolução progressiva dos condicionamentos mentais (saṃskāra-kṣaya), das impressões latentes (vāsanā), e das limitações do ego (ahaṃkāra), culminando no reconhecimento da consciência pura (cit ou ātman). Esse processo pode ser perigoso (kuṇḍalinī-doṣa), sobretudo quando praticado sem orientação adequada. A ativação desordenada dessa energia pode provocar desequilíbrios físicos (śārīrika), emocionais (mānasa) e psíquicos (citta-vikāra), sendo por isso tradicionalmente enfatizada a necessidade de preparação prévia (adhikāritva), purificação dos canais (nāḍī-śuddhi), e acompanhamento por um mestre qualificado. Recomendo a leitura também deste psiquiatra que estudou a experiência de despertar da kuṇḍalinī desde uma perspectiva científica/médica, e sua diferenciação entre experiência espiritual e psicose. Ele inclusive cunhou o termo “fisio-kuṇḍalinī” para descrever os sintomas neurofisiológicos concretos associados à experiência kundalini. -> drive.google.com/file/d/1SSk078…
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Atheists will believe the most esoteric nonsense imaginable as long as it’s wrapped in Reddit-tier techno-babble just to avoid admitting religion might have a point.
Mariae Rádio@MariaeRadio

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Mand
Mand@MandAgneya·
@methlabseizure Okay, então deve concordar com o argumento que fiz no post linkado. Nice.
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The Schofield County
The Schofield County@methlabseizure·
O universalismo evangélico é o tipo de religião organizada que parece mais razoável para mim.
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Mand@MandAgneya·
@m966021 Christine Korsgaard is amazing tho I only don't like how Aristotelic she is
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